Sítio Eletrônico

Acesse o blog por meio do seguinte endereço: https://mensagemcrist.blogspot.com/

sábado, 11 de abril de 2020

JESUS CRISTO: A NOSSA PÁSCOA


Em certa ocasião, o Apóstolo Paulo escreveu à Igreja que estava em Coríntios: “Alimpai-vos, pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”.

Eis aí o sentido de celebrarmos a Páscoa: A Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, Nosso Senhor.

A sua morte implica na salvação de todos os que creem Nele, cujo sacrifício nos liberta do poder do pecado, do mal, do inferno e do juízo que virá sobre todos os homens, para que Nele possamos desfrutar da eternidade com o próprio Deus. No tocante à estas verdades, citamos dois grandes homens contidos nas Escrituras:

O Profeta João Batista, que testificou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (Jo. 1:29)

Jesus é o Cordeiro provido por Deus que foi sacrificado em lugar dos pecadores que têm fé Nele. Pela sua morte, Jesus fez plena provisão para remoção da culpa e do poder do pecado, abrindo-nos o caminho da reconciliação, da amizade e da paz com Deus.

O Apóstolo Pedro afirmou: “sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.” (I Pe. 1: 28-29)

Qual o preço para alcançarmos tão grande e generosa reconciliação?

Aqui, um breve parêntese “não é com prata, não é com ouro, não é com pedras preciosas ou bens materiais, que muitas vezes corrompem o coração dos homens”, mas, exclusivamente, pelo precioso sangue de Jesus Cristo, que para o Pai é puro, santo, imaculado e incontaminado. Portanto, a reconciliação com o Pai obtém-se pela fé, gratuitamente, em Jesus Cristo. Porém, o preço pago por este privilégio dado aos homens (Graça de Deus) foi muito alto, ou seja, com a sua morte, e morte de cruz.

“E Quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, entregou o espírito”. (Jo. 19:30)

Essas últimas palavras de nosso Senhor – “Está consumado!” – poderiam ser traduzidas por: “Está concluído!”, “Está feito!”, “Acabou!” O Cordeiro Pascoal foi imolado, o preço foi pago, o Caminho está aberto, para todo aquele que Nele crê. Aleluia!

Entretanto, a morte que amedronta todos os homens não foi capaz de reter, prender, segurar no sepulcro o Autor da Vida além de três dias, como Ele mesmo tinha dito aos seus discípulos. No domingo, logo pelas primeiras horas, Jesus Cristo ressuscitou, e agora, está assentado à direita do seu Pai, eternamente, vivo e com todo o poder, sempre intercedendo por todos os homens, pois somente Ele é digno disso.

“E estando atemorizadas e abaixando o rosto para o chão, eles lhe disseram: Porque buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galiléia”. (Lc. 24:5-6)

Que nesta Páscoa, possamos tomar a firme decisão de nos limpar do fermento velho, das práticas contrárias à vontade de Deus, que sejamos espiritualmente renovados, como uma massa nova, sem fermento, sem pecado, sem malícia, mas com um coração puro, bondoso, obediente e cheio de fé reflitamos sobre o imenso amor de Deus para conosco, porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós.

Sola Scriptura.

Nenhum comentário:

Postar um comentário