Sítio Eletrônico

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sexta-feira, 15 de maio de 2020

APRESSAMOS OU NÃO A VOLTA DE CRISTO?

E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim.

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.
Mas todas estas coisas são o princípio de dores. Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.

Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão.
E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.

Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo. E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. (Mt. 24: 3-14)

segunda-feira, 11 de maio de 2020

TU ME AMAS?



E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? (Jo. 21:15)

E nós, amamos a Jesus Cristo acima de todas as coisas?

Esta foi a pergunta mais importante que Pedro teve que responder, se ele tinha amor devoto ao seu Senhor. Diante de Jesus Cristo, que conhece todas as coisas, apenas a verdade absoluta contida no coração serviria como resposta. Que responsabilidade!

Toda a narrativa se encontra no último capítulo do Evangelho de João. Naquela ocasião, já era a terceira vez que Jesus se apresentava aos seus discípulos depois de ter ressuscitado dos mortos. Assim, o texto informa que depois de jantado, Jesus se dirige a Pedro, fazendo-lhe a seguinte pergunta: Amas-me mais do que estes? Simão Pedro, como sempre impulsivo, respondeu de forma imediata e automática: Sim, Senhor; Tu sabes que te amo. Jesus disse: Apascenta os meus cordeiros.

Jesus tornou-lhe a perguntar: Amas-me? Pedro respondeu: Sim, Senhor; tu sabes que te amo. Em seguida, Jesus disse: Apascenta as minhas ovelhas. Por fim, pela terceira vez, Jesus questiona: Amas-me? Com o semblante triste e receoso Pedro responde: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.

Desta passagem bíblica, podemos extrair algumas lições:

I - A pergunta que Jesus dirigiu a Pedro é a Sua grande pergunta para todos os homens! Nós o amamos? Diante de Jesus ressurreto, Pedro tinha que ser sincero, honesto e verdadeiro, não havia espaço para enganos, mentiras ou dissimulações. É verdade que Jesus nunca se manifestará de forma visível para a maioria de nós, mas, pela fé, compreendemos que sempre Ele estará presente. Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram. (Jo. 20: 29) 

Jesus em nenhum momento afirmou que amava a Pedro. Não precisava, Ele é o próprio amor, demonstrou isso para com todos; ensinando, curando e se entregando por nós. Jesus é o amor! Entretanto, o Senhor deseja que este amor seja correspondido, de forma voluntária, exclusiva, sincera e com intensidade. Deus é amor, porém nós o amamos como Ele quer e merece? 

II - Pedro precisava ser completamente restaurado. Antes da crucificação, Pedro negou a Jesus por três vezes. Na última vez, o registro bíblico diz que ele negou insistentemente e até jurou que não conhecia a Jesus. Neste momento, quando o Senhor olha serenamente para Pedro, o galo canta. Pedro, então, lembra-se das palavras de Jesus, e chora amargamente. Assim somos nós, quantas vezes caímos, fraquejamos, ignoramos e até o rejeitamos, mas o maior desejo de Jesus não é o de nos acusar, lançando-nos em rosto as nossas falhas. Ele quer nos trazer para perto, quer nos curar, nos erguer, nos edificar e nos fazer compreender o seu imenso amor por nós. Como um Pai amoroso e zeloso pelos seus filhos. Ele quer nos restaurar!

III - Jesus queria ensinar para Pedro a necessidade de estar envolvido com as coisas de Deus. Jesus o chamou para apascentar o rebanho. Apascentar significa conduzir ao pasto, alimentar, vigiar e cuidar das ovelhas e cordeiros. No sentido espiritual, além dos verbos já citados, corresponde a ensinar, doutrinar e guiar o rebanho ao pleno conhecimento e obediência ao Senhor Jesus Cristo! Para uma tarefa como esta, o Senhor exige amor e fidelidade. Não é fácil, mas grande será o galardão para aqueles que não agem como senhores do rebanho, mas como servos humildes e dedicados a Deus. 

Assim, à luz das Escrituras, todos nós devemos ter amor e devoção pessoal a Deus Pai e ao seu Filho Jesus Cristo de todo coração, com toda a alma, com todas as forças e com todo entendimento. Portanto, como nós responderíamos a esta pergunta: Tu me amas? 

Deus seja contigo.
Sola Scriptura.

sábado, 9 de maio de 2020

CASTELO FORTE

Composição: Martinho Lutero

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. 
Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os 
montes se transportem para o meio dos mares. 
Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem 
pela sua braveza. (Selá)

Aquietai-vos e sabei que Eu Sou Deus; serei exaltado entre as nações; 
serei exaltado sobre a terra. 
O Senhor dos Exércitos está conosco; 
o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá)

Salmos 46: 1-3; 10-11

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza

Salmos 46:1-3
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza

Salmos 46:1-3
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza

Salmos 46:1-3

sexta-feira, 8 de maio de 2020

SEJA FORTE E CORAJOSO! 3 LIÇÕES DE JOSUÉ 1: 9


Imagine, um jovem guerreiro sucedendo um experiente líder como Moisés. Este era Josué. Josué recebeu de Deus uma grande missão: conduzir o povo hebreu e conquistar a terra que lhe fora prometida.

Uma missão como esta exigiria de Josué coragem, obediência e fé em Deus. Diante daqueles desafios Deus não desamparou Josué e derramou verdadeiramente uma injeção de ânimo naquele jovem guerreiro:
Deus realmente levantou aquele jovem e o preparou para o maior desafio da sua vida: conquistar Jericó. Assim como Josué, podemos tomar posse desta palavra de ânimo e força. Neste pequeno e poderoso versículo bíblico temos 3 grandes lições:

1. Seja forte e corajoso! 

Deus sabe o que faz, Ele sabe de todas as coisas! Se Deus lhe deu um desafio, erga a sua cabeça, sê forte e corajoso. Somos a geração eleita (1 Pedro 2: 9), Deus capacita os seus escolhidos e você foi escolhido pelo Todo Poderoso.

Deus não nos dá um fardo maior do que possamos suportar (1 Coríntios 10:13). As provações amadurecem a nossa fé e a nossa intimidade com Deus. Isto não deve ser motivo de tristeza, mas de alegria, pois a fé produz perseverança e crescimento espiritual (Tiago 1: 2-4).

Um detalhe que faz toda a diferença: a Palavra de Deus nos encoraja e fortalece. Deus aconselhou Josué a meditar "dia e noite' no Livro da Lei, para que tudo o que lhe foi prometido fosse cumprido (Josué 1: 8). A fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Romanos 10:17).
A Bíblia é o verdadeiro suplemento para enfrentarmos qualquer desafio! Faça da Palavra de Deus o seu alimento diário e tome posse das suas promessas.
2. Não se apavore nem desanime! 

De fato, certos desafios podem nos levar ao desânimo e ao apavoramento. Essas reações ocorrem quando focamos apenas nas dificuldades, nos dando a falsa impressão que "Deus não está conosco".

A única coisa que pode nos afastar da presença de Deus é o pecado. E somente o perdão e o arrependimento faz com que nos reaproximemos dele. Se sentes que estás longe do Pai, peça perdão e busque-o verdadeiramente.

Os discípulos se apavoraram diante de uma forte tempestade, mas Jesus estava com eles no barco o tempo todo! Depois de esgotarem as suas forças, recorreram a Jesus - que dormia tranquilamente - e Ele acalmou o mar com a Sua voz (Mateus 8: 24-25). 
Ao ser acordado, Jesus questionou os discípulos: "Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé?" (Mateus 8: 26). Não se apavore, nem desanime, Jesus está contigo no mesmo barco!

3. Deus estará com você por onde você andar! 

Aonde Josué colocasse os seus pés, Deus estaria com ele. Antes mesmo que Josué colocasse os seus pés, Deus lhe mostrou tudo o que poderia ser conquistado em obediência a Sua palavra e comunhão com Ele (Josué 8 :3-5). 

Ler a Bíblia nos dá a oportunidade de tomar conhecimento das promessas de Deus. Deus não nos deixou sem amparo. Ele enviou o Seu Filho para nos salvar (João 3:16) e nos deixou o Espírito Santo que nos aconselha e santifica (João 14: 16-18). 
Se andamos segundo a Palavra de Deus, milagres e maravilhas hão de acontecer! Foi assim com Josué e será com todo aquele que anda segundo a Palavra de Deus (2 Samuel 22: 31-33). Ele estará com você por onde você andar!

Fonte: https://www.bibliaon.com/seja_forte_corajoso_josue/

quarta-feira, 6 de maio de 2020

DISCÍPULOS CONFESSAM SEUS PECADOS


O apóstolo João descreve em 1 João 1: 8, 9 duas maneiras de encarar nossos pecados e as consequências de cada uma delas. O primeiro é a falta de vontade de reconhecer nossa pecaminosidade (8). A segunda é uma atitude humilde e honesta de reconhecimento (9). É sobre essa última atitude que vamos concentrar este artigo.

João diz: “Se confessarmos nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (9). “Confessar” significa literalmente “dizer a mesma coisa”, ou seja, concordar com o que alguém está dizendo. O contexto deixa claro que confessar nossos pecados significa concordar com o diagnóstico de Deus sobre nós de que somos pecadores e que pecamos.

Embora a doutrina católica romana ensine a necessidade de confessar a um padre para absolvição, o contexto de nossa passagem deixa claro o ensino de João: devemos confessar nossos pecados primeiramente a Deus, pois somente ele pode nos perdoar e remover nossa falta. Outras passagens das Escrituras nos ensinam que, em certas ocasiões, é necessário confessar nossa culpa àqueles que foram prejudicados por nossos pecados, para que a comunhão que foi interrompida por nosso erro possa ser restaurada (Lc 15: 21).

O que todos os verdadeiros crentes experimentam ao confessar seus pecados é que Deus é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça (1 Jo 1: 9). A palavra “fiel” tem a ver com ser confiável. Fidelidade ou confiabilidade é um dos atributos de Deus. Sua fidelidade consiste em sempre cumprir o que promete. Deus cumprirá suas promessas de perdão feitas ao seu povo, promessas que foram seladas no sangue de Jesus (1 Jo 1: 7), quando humildemente confessamos nossos pecados a ele. Assim, sabemos que a certeza do perdão não é uma questão de sentir que fomos perdoados, mas de Deus ser fiel ao que ele prometeu. E ele não pode falhar (2 Tm 2: 13).

João acrescenta ainda que “Deus é justo” para perdoar nossos pecados (1 Jo 1: 9). A morte sacrificial de Jesus é certamente o pano de fundo dessa declaração. Deus fará o que é certo: Ele nos perdoará e nos purificará de todo o mal, pois Jesus Cristo já pagou por nossa culpa.

João menciona duas coisas que o Deus fiel e justo fará se confessarmos nossos pecados: perdoá-los e nos purificar de toda injustiça. Primeiro, Deus é fiel e justo para perdoar nossos pecados (9). Perdoar na língua grega, quando usado em conexão com o pecado, significa “remir” ou “cancelar”. Segundo, Deus é fiel e justo para nos purificar de toda injustiça (9; ver v. 7). Esta última frase enfatiza outro aspecto do perdão de Deus: remove as manchas e as consequências do pecado em nossa vida.

O perdão que Deus nos promete através da confissão não é um incentivo para continuar pecando. A manifestação do perdão e da graça de Deus é para uma vida sem pecado. Quem abusar da confissão como uma válvula de escape do pecado certamente nunca foi verdadeiramente perdoado por Deus e está enganando a si mesmo.

Reverendo: Augustus Nicodemus
Fonte: https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/10/discipulos-confessam-seus-pecados/