Sítio Eletrônico

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terça-feira, 24 de agosto de 2021

A Parábola do Semeador


E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem;
O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno;
O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.
Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.
Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniquidade.
E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.
Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Mt. 13:37-43

COMENTÁRIO:

A parábola do semeador, ou seja, do trigo e do joio salienta o fato de que há uma semeadura da má semente que tem a sua origem em Satanás paralela à boa semente, que é a Palavra de Deus. O "campo" é o mundo e a "boa semente" são os fiéis ao Reino de Deus. Disso, podemos apresentar breves considerações:

1. O Evangelho e os crentes verdadeiros serão semeados em todo o mundo. Entretanto, Satanás também plantará os seus seguidores "os filhos do maligno" entre o povo de Deus, para se contraporem à verdade divina;

2. A obra principal dos emissários de Satanás no Reino do Céus na presente era é se opor a autoridade da Palavra de Deus, é promover a iniquidade e as falsas doutrinas. Cristo Jesus falou em outra ocasião do êxito da má semente infiltrados como verdadeiros crentes, quando na realidade são falsos irmãos, mestres e doutores;

3. Este fato de coexistência do povo de Satanás com o povo de Deus, na dimensão visível atual do reino dos céus (que é a Igreja), terminará quando Deus destruir todos os ímpios, no fim da presente era;

4. Os anjos realizarão a última colheita. Depois da colheita e da destruição dos ímpios, os justos resplandecerão como o sol, no Reino do Pai Celestial!

5. Como ser herdeiro dessa promessa: Crendo, vivendo e confessando Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador.

Sola Sriptura.




domingo, 17 de janeiro de 2021

A Igreja e a Pandemia - Coronavírus!

Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver. (Mt. 25:34-36)

No sermão profético, o Princípio das Dores, o Senhor Jesus Cristo, dentre os sinais que antecederiam a sua vinda, afirmou o seguinte: “Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.” (Mt. 24:7). Já em Lc. 21:11 está escrito: “e haverá, em vários lugares, grandes terremotos, e fomes, e pestilência; haverá também coisas espantosas e grandes sinais do céu.”

Importante enfatizar, que Jesus Cristo ainda afirmou que tudo isso seria o “princípio das dores."

De forma sucinta, o Dicionário online de Português define o termo peste da seguinte maneira: “Epidemia que causa um número excessivo de mortes.” Já o termo pestilência seria: “Doença com um grande grau de mortandade, com número excessivo de mortes.

É verdade que o ser humano sempre teve que enfrentar pestes e pestilências, como a Peste Negra, na idade média, ou a Gripe Espanhola, no começo do século XX. Entretanto, em pleno século XXI, apesar dos avanços tecnológicos e científicos, inclusive na área da saúde, o humanidade está enfrentando uma nova pestilência, a COVID-19.

Mas, o leitor poderá questionar: Pestilências sempre ocorreram, o que há de novo? A grande diferença é o alcance dela, antes, as pandemias estavam restritas a países e até continentes, porém, agora, a escala é a nível global.

De forma prática, infelizmente, desde 2020, em função da pandemia (COVID-19), o Brasil e o Mundo vêm passando por intensas dificuldades, especialmente, na área da saúde e da economia. Hoje, 17 de janeiro de 2021, já morreram mais de 209 mil pessoas no Brasil - no Mundo já passam de 2 milhões de pessoas mortas pela doença.

Algumas notícias também são positivas, uma vez que no Brasil, cerca de 7.4 milhões de pessoas estão recuperadas - no Mundo a recuperação já superou a casa dos 52 milhões de pessoas. De qualquer forma, no Mundo, mais de 94 milhões de pessoas já foram atingidas pelo Coronavírus.

Ademais, a pandemia tem comprometido e desacelerado a economia de vários países, ocasionado o aumento do índice de desemprego, grandes dificuldades para os trabalhadores informais, redução de quadro funcional em várias empresas e até o fechamento de muitas delas. A consequência inevitável é o aumento da fome e da miséria que tem assolado famílias inteiras, principalmente, em países mais pobres. Infelizmente, as perspectivas para 2021 não são boas.

Diante de um cenário deste, pensamos, quais são as conclusões e lições que poderemos extrair disso tudo, na condição de cristãos professos?

a) Que Deus está alertando a sua Igreja que a sua Palavra é fiel e verdadeira, que tudo haverá de se cumprir, que Ele tem o controle de todas as coisas e que devemos descansar somente Nele;

b) Que Jesus voltará como Ele mesmo prometeu;

c) Que precisamos orar e jejuar mais;

d) que Deus se agrada dos simples, humildes e modestos, pois agindo assim, nós nos parecemos com Ele;

e) Que a Igreja precisa compreender que não são o dinheiro, os recursos materiais, os templos luxuosos que nos livrará do mal, mas que precisamos, de fato, confiar, crê e ter esperança apenas no Senhor;

f) Que o nosso socorro não virá da política, de cargos políticos e de alianças com aqueles que não professam a fé, mas virá apenas do Senhor;

g) Que nós precisamos entender que Deus, Jesus e o Espírito Santo não são meros personagens bíblicos, a serem usados pelos homens ao bel-prazer, mas que Deus é um Ser real e existente, que governa e exige obediência e santidade daqueles que professam o seu nome;

h) Que precisamos olhar mais para o próximo, colocar-se no lugar do outro, sentir as dores de seu semelhante, pois muitos se tornaram insensíveis, individualistas e materialistas;

i) Que precisamos dividir o que temos com o outro, ainda que tenhamos pouco;

j) Por fim, que sejamos cristãos de verdade, cujo padrão absoluto está na santa, inerrante, inspirada e poderosa Palavra de Deus.

Os tempos são difíceis, mas o cristão sincero para tudo tem resposta e orientação.

Deus seja contigo.

Sola Scriptura.